SE ESSE FILME FOSSE MEU

Se Esse filme Fosse Meu é o título do curta-metragem com roteiro e direção de Saulo Bernardo e Kilson Melo. O filme narra a história de uma jovem surda que encontra uma estratégia para finalmente assistir um filme nacional (sem legendas).

O FILME traz à tona a responsabilidade do Estado em dar acesso à cultura nacional e à cidadania, provocando no público uma análise sobre o uso de legendas nos filmes nacionais para a inclusão social dos portadores de necessidades especiais auditivas.

Refletir o art. 215 da Constituição Nacional, ”O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.”

É com essa história que estamos realizando um curta-metragem de 15 minutos de duração, colorido e captado em HD.


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Se esse filme fosse meu

     Se ese filme fosse meu, nasceu da ideia de Saulo que, por trabalhar como professor no Senac, criou laços de amizade com alguns deficientes auditivos que também trabalham ou estudam naquela instituição. Amante do cinema, sonhou produzir um filme que abordasse a necessidade de incluir legenda no cimena na exibição dos filmes nacionais. Kilson, amigo que conhece há cerca de 30 anos tornou-se o parceiro ideal para a montagem do filme pela facilidade de escrever e transformar as ideias em histórias. O que seria um longa-metragem transformou-se em um curta-metragem que fugiu do projeto inicial, sem perder a temática. Projeto na mão, iniciou-se uma busca pelas condições mínimas de produção do filme percorrendo um cronograma do qual não se podia perder de vista. O primeiro passo foi procurar uma parceria que os aproximasse da comunidade surda. Ana Valença (vice presidente da ASSPE), que já atuava como intérprete tornou-se a ponte entre os autores do filme e os surdos, a começar pelo presidente da ASSPE, Nelson Valença que assinou uma carta (em três vias) apoiando o projeto. Através de conhecimento e amizade, todos que ouviam a história se apaixonavam e quiseram ajudar de alguma maneira. 
     Um grande presente para a produção veio pelas mãos de Solange, revisora. Através dela nós conhecemos a equipe de produção da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) que não apenas cedeu os equipamentos de filmagens como também os profissionais para operá-los. Pudemos medir o apoio dos amigos que cruzaram as ruas e avenidas do Recife, potencialmente alagadas pelas fortes chuvas que cairam justamente no dia da filmagem interna (Cinema da Fundaj). As cenas internas e externas foram feitas em dias diferentes. Também foi a Fundaj quem deu o apoio na edição das imagens e aguarda para fazer a edição final antes do lançamento. No mês de agosto, uma nova etapa foi iniciada. A busca da trilha sonora do filme. Dois cantores cederam suas músicas, sem qualquer ônus para a produção. No mês de setembro serão feitos os ajustes finais, a coleta dos apoiadores, edição final e o pré-lançamento do curta em local a ser definido. Ainda neste ano, a produção será lançada nos festivais nacionais e, após ser traduzida para outros idiomas, será inscrita em alguns festivais internacionais.

Não deixem de dar sugestões de slogan para o filme.

Um grande abraço a todos!

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